Artistas plásticos, escritores, cineastas, encenadores, arquitetos, músicos, jornalistas, escultores, agentes culturais, designers, economistas, docentes universitários e outros, aceitaram o nosso desafio e abandonaram as suas zonas do conforto e desvendam-nos uma parte da galeria pessoal dos eus, deixando-nos penetrar um pouco mais na sua complexidade, e com isso, vamos enriquecendo o conhecimento que construímos sobre eles.
PRÓXIMA EXPOSIÇÃO
Apesar de terem milhares de anos, os Dani eram desconhecidos do resto do mundo até 1938. Hoje, eles ainda caçam com arcos e flechas na região de Papua, na Indonésia e vestem-se tradicionalmente para as celebrações incluindo o uso de cabaça pénis.
A visão curiosa do mundo de Guy Needham foi moldada pela sua infância na Nova Zelândia rural na década de 1970.
Hoje, ele é conhecido pelo seu trabalho internacional com tribos indígenas, principalmente com base em temas de identidade e lugar dentro de narrativas culturais. O seu trabalho é um híbrido de géneros fotográficos, situando-se entre o documentário e o retrato.
A simplicidade de seu estilo depurado tem sido descrita como tendo uma intensidade silenciosa e um ritmo subtil. As suas imagens foram exibidas em Nova York, Londres, Paris, Berlim, Barcelona, Tóquio e Atenas. A aproximação a contextos culturais diferentes do nosso lembra-nos as possibilidades de compreensão do outro advêm de movimentos de aproximação ao diferente, com respeito pela sua diferença, com valorização dessa diferença. Este movimento desperta o medo, é nesses lugar de desafio a nós próprios, de enfrentar o diferente, em mutualidade, perante humanos como nós que nos colocamos.
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