Artistas plásticos, escritores, cineastas, encenadores, arquitetos, músicos, jornalistas, escultores, agentes culturais, designers, economistas, docentes universitários e outros, aceitaram o nosso desafio e abandonaram as suas zonas do conforto e desvendam-nos uma parte da galeria pessoal dos eus, deixando-nos penetrar um pouco mais na sua complexidade, e com isso, vamos enriquecendo o conhecimento que construímos sobre eles.


EXPOSIÇÃO EM CURSO

Até dia 27 de Junho

Apesar de terem milhares de anos, os Dani eram desconhecidos do resto do mundo até 1938. Hoje, eles ainda caçam com arcos e flechas na região de Papua, na Indonésia e vestem-se tradicionalmente para as celebrações incluindo o uso de cabaça pénis.

A visão curiosa do mundo de Guy Needham foi moldada pela sua infância na Nova Zelândia rural na década de 1970.

Hoje, ele é conhecido pelo seu trabalho internacional com tribos indígenas, principalmente com base em temas de identidade e lugar dentro de narrativas culturais. O seu trabalho é um híbrido de géneros fotográficos, situando-se entre o documentário e o retrato.

A simplicidade de seu estilo depurado tem sido descrita como tendo uma intensidade silenciosa e um ritmo subtil. As suas imagens foram exibidas em Nova York, Londres, Paris, Berlim, Barcelona, Tóquio e Atenas. A aproximação a contextos culturais diferentes do nosso lembra-nos as possibilidades de compreensão do outro advêm de movimentos de aproximação ao diferente, com respeito pela sua diferença, com valorização dessa diferença. Este movimento desperta o medo, é nesses lugar de desafio a nós próprios, de enfrentar o diferente, em mutualidade, perante humanos como nós que nos colocamos.


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